Mineirão pode sediar abertura da Copa do Mundo
Mais uma vez, o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, foi desmentido pelo secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke.
Nesta terça-feira, um dos nomes mais fortes da entidade máxima do futebol disse que o Morumbi, com o projeto atual de reforma, só poderá receber jogos de oitavas-de-final da Copa do Mundo de 2014.
Juvêncio havia dito que o estádio Tricolor estava garantido como abertura do Mundial.
Segundo Valcke, em entrevista coletiva no resort Sun City, na África do Sul, não é uma questão pessoal contra a cidade de São Paulo, mas que a o estádio não estaria pronto para receber os principais jogos do evento, ao contrário de outras metrópoles brasileiras.
Para fechar, o secretário afirmou que o Morumbi precisa atender as exigências da Fifa até o início de 2013 se quiser ter a abertura.
O acordo entre Fifa e Confederação Brasileira de Futebol (CBF) é de que todos os estádios estejam prontos até o fim de 2012, a tempo de serem utilizados na Copa das Confederações.
Projeto Sempre um Papo nas Bibliotecas
O Sempre um Papo inicia o ano de 2010 com a retomada das atividades da “Biblioteca Sempre um Papo – Ler Convivendo”. O projeto dá continuidade à agenda de eventos que visam proporcionar o encontro de escritores com as comunidades das quatro bibliotecas selecionadas.
O projeto tem o patrocínio do hospital Mater Dei, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Leitura e do Jornal Estado de Minas, com apoio da rádio Guarani FM, da Associação de Amigos das Bibliotecas Comunitárias de BH, da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e do Plano Nacional do Livro e Leitura.
Para abrir as ações, a historiadora e educadora infantil Marluce de Castro visitará as bibliotecas para sessão de contação de histórias e troca de experiências em torno da leitura, com o tema “Histórias para Encantar”. Marluce escreve para o público infantil como forma de interagir com as crianças em seu mundo imaginário e também como caminho prazeroso de formar valores nos pequenos.
Os encontros com a autora ocorrem de 08 de fevereiro, segunda, às 10h, na biblioteca Sonhos Kids, do Bairro Califórnia; dia 09, terça-feira, 9h, Biblioteca Comunitária Maria das Graças de Paiva Menezes, do Bairro Tupi; dia 09, terça-feira, às 11h, na Biblioteca Comunitária São José de Calasanz, do Bairro Maria Goretti; e no dia 10, quarta-feira, na Biblioteca Comunitária da Associação Jeová Jiré, do Bairro Céu Azul.
Já nos dias 22 e 23 de fevereiro, segunda e terça-feira, é a vez do escritor mineiro Luís Giffoni se encontrar com representantes das bibliotecas e pessoas da comunidade, para palestra sobre “A importância da Leitura” e entrega dos livros doados pelo projeto Sempre Um Papo. Cada biblioteca receberá cerca de um mil títulos literários, incluindo livros novos e usados, selecionados a partir da análise do perfil de cada espaço, priorizando títulos clássicos e lançamentos.
A proposta é que a melhoria do acervo gere um boca-a-boca na comunidade, a partir de suas lideranças sociais e educacionais.
Os livros usados são originados das doações do público que participa das edições do projeto “Sempre Um Papo”.
Sobre Luís Giffoni
Luís Giffoni é engenheiro de formação e escritor de profissão.
É autor de vinte livros, sendo “O Pastor das Sombras” o mais recente.
Recebeu premiações da APCA- Associação Paulista de Críticos de Arte, Prêmio Minas de Cultura, Prêmio Jabuti, Prêmio Nacional de Romance (e de Contos) Cidade de Belo Horizonte.
Informações
“Biblioteca Sempre um Papo – Ler Convivendo”
Marluce de Castro – “Histórias para Encantar”
08/02 – segunda-feira – 10h – Biblioteca Sonhos Kids – Rua Cristina Maria de Assis, 603, Bl. 09 – Bairro Califórnia
09/02 – terça-feira – 09h – Biblioteca Comunitária Maria das Graças de Paiva Menezes – Rua Furquim Werneck, 645 – Bairro Tupi
09/02 – terça-feira – 11h – Biblioteca Comunitária São José de Calasanz – Rua Edson Luiz de Miranda, 119 – Bairro Maria Goretti
10/02 – quarta-feira - 10h – Biblioteca Comunitária da Associação Jeová Jiré – Rua Antônio Giarola, 51 – Bairro Céu Azul
Luís Giffoni – “A importância da Leitura”
22/02 – segunda-feira – 09h – Biblioteca Sonhos Kids – Rua Cristina Maria de Assis, 603, Bl. 09 – Bairro Califórnia
22/02 – 11h – Biblioteca Comunitária da Associação Jeová Jiré – Rua Antônio Giarola, 51 – Bairro Céu Azul
23/02 – terça-feira – 09h – Biblioteca Comunitária Maria das Graças de Paiva Menezes – Rua Furquim Werneck, 645 – Bairro Tupi
23/02 – terça-feira – 11h – Biblioteca Comunitária São José de Calasanz – Rua Edson Luiz de Miranda, 119 – Bairro Maria Goretti
Cinema Usina Belas Artes de portas fechadas
O cinema Usina poderá reabrir as portas no próximo ano como parte de um grande centro comercial que está sendo projetado para o mesmo local onde funcionam as quatro salas do complexo, na Rua Aimorés, no bairro de Lourdes.
“O Usina pode permanecer no mesmo lugar, mas em formato imobiliário diferente.
Como o espaço é alugado, não depende da gente”, registra Anderson Faria, sócio- proprietário da rede de oito salas dedicadas a filmes de arte.
“O que estamos buscando fazer é resguardar o Usina, pedindo para que seja reservado um espaço para o cinema”, afirma Faria.
A revelação põe às especulações sobre o fechamento do Usina, após o anúncio de que o complexo interromperá suas atividades a partir de 13 de dezembro para a realização de reformas, com previsão de retorno até o final do ano que vem.
Mas a desconfiança é grande, principalmente porque já é sabido que o patrocínio do Unibanco – parceiro do grupo desde a inauguração, em 1992 – se encerra neste mês.
A notícia de que houve cortes no quadro de funcionários também alimenta um futuro negro para uma das poucas salas de rua que ainda resistem em Belo Horizonte.
O empresário, que está no grupo desde 2007 e neste ano adquiriu as salas do Belas Artes, na Rua Gonçalves Dias, garante que o Usina não vai fechar e afirma que a rede não “perde pontos, mas, sim, ganhará novos”.
O empresário salienta que a perspectiva é de investimento.
E, para crescer, o complexo está se modernizando para se encaixar no padrão de exibição atual.
Ao HOJE EM DIA, Faria revela que existem dois cenários possíveis: um projeto maior, em torno da construção do centro imobiliário, e outro menor, que diz respeito apenas à reforma.
“Thaïs Helt: Ofício Gravura” chega ao Museu de Artes e Ofícios em BH
Dentro das comemorações dos trinta anos dedicados a arte, a gravadora Thaïs Helt realiza uma ampla panorâmica com as diversas propostas da sua pesquisa estética, bem como projeto de itinerância da exposição “Thaïs Helt: Ofício Gravura”, com abertura no Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte, em versão completa, dia 3 de dezembro, próxima quinta-feira, seguindo até 24 de janeiro de 2010.
A exposição já passou pelo Centro Cultural Usiminas, em Ipatinga, em outubro, onde superou todas as expectativas atingindo a marca de 12.111 visitantes.
Desde o último dia 6 de novembro, acontece também em Ouro Preto, no Centro Cultural e Turístico do Sistema Fiemg.
Em 2010, continua a itinerância a partir de junho, no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, em Juiz de Fora.
Também será apresentada, ano que vem, no Centro Cultural dos Correios, em Salvador.
As exposições tem a curadoria de Sergio Rodrigo Reis, que também é o idealizador e coordenador geral do projeto, que tem o patrocínio da Usiminas, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e aos apoios culturais da TRIP Linhas Aéreas, Museu de Artes e Ofícios, Centro Cultural e Turístico do Sistema FIEMG e Centro Cultural Bernardo Mascarenhas.
Como o trabalho de Thais Helt lida o tempo todo com os desdobramentos da memória, numa relação direta com o ofício da gravura, o que o público verá nas exposições são os desdobramentos e diálogos com esta temática.
A intenção é apresentar variações das experiências em litografia, desenho, pintura e recortes, dos anos 70 até a produção mais recente.
Além disso, será reproduzida uma parte do seu ateliê, com prensa, pedras litográficas, bancada com rolo de entintagem, materiais empregados na cozinha litográfica e impressão de imagens de algumas pedras.
A montagem e o desdobramento deste ateliê integram o programa educativo do projeto e têm a intenção de ampliar a compreensão do processo litográfico: desenhar, gravar e imprimir.
“Thaïs Helt: Ofício Gravura”
Exposições de gravura, desenho, pintura e recortes
De 03/12/ 2009 a 24/01/2010 – Museu de Artes e Ofícios, Praça Rui Barbosa, s/nº, Centro, Belo Horizonte. Informações: (31) 3248-8600
Até 8/12 – Centro Cultural e Turístico do Sistema Fiemg, Praça Tiradentes, 4, Ouro Preto. Informações: (31) 3551-5220.
Junho de 2010 – Centro Cultural Bernardo Mascarenhas (Avenida Getúlio Vargas, 200, Centro, Juiz de Fora). Informações: (32) 3692-7052.
Arlindo Cruz, samba em Belo Horizonte
O sambista Arlindo Cruz acompanhado de sua banda apresenta no Music Hall, no dia 13 de novembro, sexta-feira, o novo trabalho “Arlindo Cruz MTV Ao Vivo”, lançado em abril deste ano e que já é Disco de Ouro.
Com quase 30 anos de carreira, o DVD/CD é a celebração de uma obra e consagração, como cantor, do compositor que mudou a cara do samba, ao mesmo tempo em que sempre buscou preservar a essência do gênero.
O projeto contou com as participações especiais de Zeca Pagodinho na música inédita feita pelos dois, “Vê se não demora”; Marcelo D2, em “Mão Fina”; e Beth Carvalho em “Saudade Louca”, além do filho Arlindo Neto, que cantou com o pai “O Império do Divino” e “Aquarela Brasileira”.
Arlindo Cruz é um dos grandes incentivadores do samba (ele compõe para diversos grupos novos e faz questão de promover os subgêneros, como partido-alto, samba-enredo, samba romântico e de fundo social).
O sambista cultiva fundamentalmente o partido-alto, gênero-mãe do samba.
Algumas canções do CD/DVD, que estarão no show, exemplificam esta escolha, como: “Casal sem vergonha”, “Malandro sou eu”, “Camarão que dorme a onda leva”, “SPC”, “Bagaço da laranja” e “Da melhor qualidade”, sucessos nas vozes de Fundo de Quintal (grupo do qual Arlindo fez parte); da madrinha Beth Carvalho, a que primeiro notou o talento do sambista; e do parceiro e amigo Zeca Pagodinho.
Venda de Ingressos: Bilheteria do Music Hall, de segunda a sábado, das 12 às 20 horas (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia); loja 5ª Avenida (27C no 3º piso), Leitura Megastore BH Shopping, pelo site www.ingressorapido.com.br e telefone 4003-1212.
Meia-entrada: De acordo com Recomendação do Ministério Público, a meia-entrada é válida para estudantes mediante a apresentação da carteira de estudante válida, acompanhada de comprovante de matrícula e/ou freqüência – será exigido na compra do ingresso e na entrada da Casa.
Está limitada a 30% dos ingressos disponíveis, não se aplicando às áreas Vip e Camarotes.
Dia 13/11/2009, 22 horas.
Local: Music Hall
Info venda: (31) 3461 4000 e www.musichallbh.com.br
Ballet Preljocaj traz a BH, Branca de Neve
E tem gente que ainda reclama da vida cultural de Belo Horizonte. Desde a estreia de sua última criação, Blanche Neige, na Bienal da Dança de Lyon em setembro do ano passado, o Ballet Preljocaj só havia apresentado a obra em seu país de origem, a França. Quando inicia suas turnês internacionais, qual é a primeira cidade a ser visitada? Belo Horizonte.
O espetáculo, que se apresenta por aqui domingo e segunda, segue depois para São Paulo e Rio de Janeiro. As apresentações mineiras integram o projeto Teatroencontro.com, da Fundação Clóvis Salgado, que promove atividades no campo das artes cênicas. E, claro, faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil.
Blanche Neige inspira-se numa das histórias mais conhecidas do Ocidente, o conto sobre Branca de Neve, compilado pelos Irmãos Grimm a partir de narrativas populares da Alemanha.
O balé foi criado pelo albanês Angelin Preljocaj, que criou a companhia há 25 anos. É a 30ª criação do coreógrafo para o grupo que leva seu nome. Preljocaj manteve a narrativa, mas se propôs a renovar na área que sempre garante a longevidade dos contos de fadas: recontou-a dentro de sua própria interpretação simbólica.
A trilha sonora foi criada a partir de músicas do alemão Gustav Mahler (1860-1911) – mas para o público leigo, a grande estrela da obra é seu figurinista: os bailarinos vestem peças criadas por ninguém menos que Jean-Paul Gaultier, um dos mais rebeldes e ousados estilistas da moda contemporânea.
Domingo e segunda-feira, às 20h, apresentação de Blanche Neige, no Grande Teatro do Palácio das Artes, Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro.
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).
Informações: (31) 3236-7400.
Teatro Mágico faz espetáculo no Music Hall
O Teatro Mágico é um grupo musical brasileiro formado em 2003 na cidade de Osasco, São Paulo. O TM é um projeto que reúne elementos do circo, do teatro, da poesia, da música, da literatura e do cancioneiro popular tornando possível a junção de diferentes segmentos artísticos num mesmo espetáculo.
O Teatro Mágico foi criado por Fernando Anitelli, ator, músico e compositor das canções do show. A trupe que o acompanha, foi formada em dezembro de 2003 por amigos e artistas que acreditaram no projeto.
De forma independente, sem apoio de gravadora ou campanhas midiáticas, já alcançaram números que muitas bandas “consagradas” não conseguiram ainda. O boca a boca e a Internet foram fundamentais na divulgação do trabalho, cada vez mais conhecido e respeitado, se consolidando como uma das bandas mais importantes da cena independente do Brasil.
Em 6 anos de história, foram mais de 500 shows realizados, média de 1.000 pessoas por apresentação, dois álbuns de estúdio lançados, Entrada para Raros e O Segundo Ato, com mais de 26.000 discos vendidos e um DVD Entrada para Raros – Ao Vivo.
Inspiradas nas obras de Hermann Hesse, escritor alemão ganhador do Prêmio Nobel de Literatura, as composições tratam dos personagens que as pessoas precisam assumir nas diversas situações do cotidiano.
As canções vão sendo intercaladas pelo traçado tecnológico de ruídos telefônicos, sinais de rádio e mensagens de voz. Os integrantes da trupe se apresentam maquiados e vestidos de palhaço, que trazem a idéia do “personagem interno” escondido em cada um de nós.
Apesar de envolver várias expressões artísticas, a linguagem musical e cênica é popular e acessível para todo tipo de público, independente de idade e classe social.
Local: Music Hall
Dia/Hora: 17/10/09 – 22h
Ingressos:
Pista
R$ 40,00 Inteira
R$ 20,00 Meia entrada
Promocional com 1Kg de alimento não perecivel na hora do evento
R$30,00
Camarote
R$ 40,00 Inteira
Censura: 16 Anos( Menor somente acompanhado dos pais)
Guarda Municipal pode multar motoristas em BH
A segurança no trânsito ganha reforço a partir da próxima quinta-feira (24).
A Guarda Municipal de Belo Horizonte poderá autuar veículos e motoristas que cometerem infrações.
De acordo com comunicado da Secretaria Municipal de Segurança Urbana e Patrimonial, a GMBH está preparada para multar, pois já atua na fiscalização do trânsito desde agosto de 2008.
Em janeiro de 2009 a Prefeitura de Belo Horizonte havia anunciado a possibilidade da Guarda Municipal aplicar multas no trânsito da cidade. Na ocasião, o Ministério Público Estadual movia ação contra o município e alegou que o projeto era inconstitucional.
A atuação da guarda na fiscalização é uma polêmica que se arrasta desde 2006, quando a PBH enviou à Câmara projeto de lei que autoriza a atividade.
Na época, a líder de governo na Casa, Neusinha Santos (PT), dizia que a tropa só agiria em casos especiais, como grandes shows e encontros internacionais. A prefeitura desmentiu em agosto de 2008, quando colocou 130 guardas nos cruzamentos da área central.
Segundo a assessoria de comunicação sa Secretaria, o efetivo de fiscalização em Belo Horizonte não aumenta com a decisão.
As multas serão aplicadas pelos mesmos 130 guardas que já estão nas ruas.
O número pode aumentar se houver novos concursos de seleção.
Show ao ar livre com Fafá de Belém
Acontece neste domingo a última edição do projeto “Sesc.MPB.com”, que promoveu ao longo do ano sete encontros inéditos (alguns até inusitados) no Parque Municipal.
O encerramento da temporada 2009 fica por conta da paraense Fafá de Belém e do mineiro Renato Motha. Apostando na presença do público, que prestigiou todas as apresentações, a produção transferiu o palco, antes na frente do Teatro Francisco Nunes, para o gramado nos fundos do Palácio das Artes.
Cada um terá seu momento no palco. Juntos, eles interpretarão “Tanto”, de Beto Guedes e Ronaldo Bastos, e duas parcerias de Milton Nascimento e Fernando Brant: “Maria Solidária” e “Maria Maria”. Detalhe: como Fafá de Belém só chega em BH sábado à noite, eles terão apenas um rápido encontro antes do show.
“Vou ter que me adaptar ao tom da Fafá e ao arranjo dela, vou entrar no contexto dela. Vai ser um bom desafio. Essas coisas que acontecem de improvisação costumam dar certo, gosto disso”, garante Renato Motha.
Acompanhada pelo pianista Luiz Karan, Fafá de Belém fará um passeio por sua carreira. “É um repertório para cantarmos juntos, desde “Sedução”, “Sob Medida” e “Foi Assim” até o “Vermelho”! É muito bom ter o povo cantando conosco!!!”, registra a cantora, por e-mail, de Nova Iorque, onde fica até sábado.
Músicas como “Bilhete”, “Filho da Bahia”, “Pauapixuna”, “Foi Assim” e “Raça” também estão no roteiro. A cantora diz que escolhe o repertório de seus discos e shows (e já apostou em lambada, sertanejo, bolero, fado, brega, guarânia, forró) seguindo o coração, o felling e o perfil do público que estará presente.
Fafá conta que o formato piano e voz surgiu de um convite para show no Teatro Rival, no Rio de Janeiro, em 2004. Deu tão certo que acabou virando CD. Por falar nisso, seu último trabalho é o CD/DVD “Ao Vivo”, de 2007.
Para 2010, quando comemora 35 anos de carreira, a cantora promete “muitas novidades”. Não descarta nova incursão pela televisão – estreou como atriz na novela “Caminhos do Coração”, da Rede Record. “Foi maravilhoso, gosto de desafios mas tudo depende do texto”.
Entre os momentos mais marcantes da carreira, ela aponta a Campanha das Diretas (acha que os artistas, enquanto ídolos e formadores de opinião, devem se posicionar politicamente) e quando foi escolhida para cantar para o Papa João Paulo II.
Apesar de ser muito popular, diz que também teve que enfrentar preconceitos por explorar a sensualidade, por exemplo. “Todos temos que enfrentar preconceito, o artista está sempre na berlinda”.
Fafá de Belém ainda não conhece o trabalho de Renato Motha, mas está totalmente receptiva. “Todo encontro entre músicos (me considero mais músico do que qualquer outra coisa!!!) cria uma parceria.
Este projeto me faz lembrar o Projeto Pixinguinha que, infelizmente, não existe mais. Juntar dois olhares sobre a canção cria um outro olhar e é isso que é saudável na música. Com certeza, faremos outras parcerias”.
Renato Motha retribui, definindo o encontro com Fafá como “curto, mas intenso”. Tenho muita admiração pelo trabalho dela, pelo carisma, pela força do canto, pela postura de vida, ela é uma pessoa politizada, preocupada com o futuro do país, e tem uma presença muito marcante na música popular brasileira”, afirma Motha.
O artista mineiro abre a apresentação às 11 horas, desfilando ao violão repertório autoral com destaque para os álbuns “Dois em Pessoa” (2005) e “Rosas Para João” (2008).
Das mais antigas, ele pinça “Menina da Lua”, gravada por Maria Rita. Em apenas uma música, “Tinha de Ser”, parceria com Fernando Brant, Renato Motha recebe como convidado o pianista Rafael Martini.
O músico define o clima de sua apresentação como delicado, cool. “Privilegiei minhas canções, só no final entram algumas mais ritmadas”, antecipa, apostando que o público vai gostar de encontrar uma atmosfera contemplativa num domingo de manhã no parque.
Para Fafá, apresentações como esta, gratuitas e ao ar livre, são a forma mais democrática de chegar ao povo. Pelo projeto já se apresentaram Tetê Espíndola & Chico Lobo, Zezé Motta & Maurício Tizumba, Angela Ro Ro & Pedro Morais, Olivia Byington & Lô Borges, Maria Alcina & Renegado, Joyce & Affonsinho.
Em comum, o fato de serem cantoras de reconhecimento nacional, cuja carreira iniciou nos anos 70,e compositores mineiros de prestígio junto ao público.
Ingressos esgotados para o espetáculo “Improvável” em BH
É com casa cheia que a Cia. Barbixas de Humor faz sua primeira apresentação em Belo Horizonte. Faltando duas semanas para a temporada na capital mineira, os ingressos para o espetáculo “Improvável”, peça de maior sucesso do grupo, esgotaram.
Serão seis apresentações na cidade, três extras: dias 25, 26 e 27 de setembro (sexta e sábado, às 20h e 22h, domingo, às 19h e 21h), no Teatro Sesiminas.
“Improvável” é mais do que um simples espetáculo.
Trata-se de um jogo de improvisos com regras ditadas por um mestre.
Dada à largada, os atores-jogadores se improvisam em cenas que nunca se repetem.
Cada sessão conta com dois humoristas convidados.
Em Belo Horizonte, Bruno Motta e Marcio Ballas se juntarão a Anderson Bizzocchi, Daniel Nascimento e Elidio Sanna, criadores dos Barbixas, para o game de improvisos.
A peça chaga a BH pelo projeto Mercado do Riso, realizado pelas produtoras Box e Rei Valadares.
Espetáculo “Improvável”, da Cia. Barbixas de Humor
Data: 25, 26 e 27 de setembro (sexta e sábado, às 20h e 22h, domingo, às 19h e 21h).
Local: Teatro Sesiminas – Rua Padre Marinho, 60, Santa Efigênia – BH/MG
Ingressos: esgotados
Classificação: 14 anos
Duração: 60 minutos
Mercado do Riso: http://www.mercadodoriso.com.br / http://twitter.com/mercadodoriso.
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