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Tudo pronto para o clássico entre Atlético e Cruzeiro


Tudo pronto para o primeiro grande clássico do ano.
Mais de 20 mil ingressos já foram vendidos até o fim da tarde desta quinta-feira para o clássico entre Atlético e Cruzeiro, neste sábado, às 17h, no Mineirão.
E quem ainda não garantiu a sua presença no confronto ainda pode fazê-lo antecipadamente.


A venda dos bilhetes continua nesta quinta-feira.
Os ingressos de anel inferior e cadeira superior lateral custarão R$ 35.
A entrada de geral sairá a R$ 10 e a de cadeira especial, a R$ 60.
Estudantes, menores de 12 anos e maiores de 60 anos pagam a metade do preço em todos os setores.


É importante lembrar que não serão vendidos ingressos no dia do confronto no Mineirão, para nenhuma das torcidas.


Atlético

Para a torcida do Galo, os ingressos podem ser comprados nesta quinta e sexta-feira na Sede de Lourdes, das 9h às 20h; e das 9h às 17h no Labareda, Loja do Galo Betim, Loja do Galo Barreiro e Bilheteria 3 do Mineirão.
No sábado, das 9h às 12h, os ingressos podem ser comprados na Sede de Lourdes.


Cruzeiro

Para a torcida do Cruzeiro, os ingressos serão disponibilizados nesta quinta e sexta-feira, de 9h as 20h no Ginásio do Barro Preto. Em outros quatro pontos de vendas, a comercialização acontecerá de 9h às 17h, na bilheteria 1 e 3 do Mineirão, na Sede Campestre, e na Loja Cruzeiro Mania do Barreiro.
Na Loja Cruzeiro Mania da Savassi, o horário é de 10h as 17h.



Campanha de Popularização do Teatro: Meu tio é tia


“Meu Tio é… Tia!”, uma comédia hilariante.
Há Seis anos em cartaz já foi assistida por mais de 200 mil pessoas em 650 apresentações.


Três amigos convivem em um apartamento na cidade grande: Alessandro, Gilberto e Dalton.
Certo dia, Alessandro é surpreendido com a notícia de que seu sobrinho, um peão aspirante a locutor de festas de rodeio, vai se hospedar em sua casa. A confusão está formada!


A fim de ocultar um mistério que envolve o tio do rapaz, os três amigos decidem viver uma farsa e, mudam por completo a rotina da casa.
Para complicar mais ainda, entra em cena a estabanada empregada que tenta ajudá-los.


O enredo é conduzido de maneira ágil, leve e engraçado até o final, pois os três acham que estão enganando o sobrinho.
Texto e direção de Marco Amaral, é uma divertida e prazerosa aventura que trata o preconceito com muito bom humor.


Onde?
Teatro Sagrado coração de Jesus (Rua Inconfidentes, 500, Funcionários, Belo Horizonte, MG)


Quando?
07/01/2010 à 08/03/2010
De quarta as 20:30
Quinta a Domingo as 19:00 e 21:00


Informações?
aromarco@ig.com.br


Quanto?
R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia entrada) e R$ 10,00 (Sinparc).
A bilheteria abre a partir de 14: 00


Leia mais sobre a 36ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança


Preço do álcool disparou em Belo Horizonte


O preço médio do litro de álcool combustível já acumula alta de 6,23% em Belo Horizonte no ano de 2010.
De acordo com pesquisa da Agência Nacional de Petróleo (ANP), o preço médio do litro, que começou o ano em R$ 1,782, está em R$ 1,893.
Mas em alguns postos o combustível já é vendido acima dos R$ 2.


Na gasolina, a variação neste ano é de 0,4%, com o litro passando da média de R$ 2,382 para R$ 2,392. Com a decisão do Governo federal de redução do percentual de álcool na gasolina, dos atuais 25% para 20%, a partir de 1º de fevereiro, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo (Minaspetro), Sérgio de Mattos, acredita que o preço do litro de álcool vai se manter no próximo mês, enquanto o valor do litro de gasolina deve aumentar, em média, R$ 0,05.


Os produtores de açúcar e de álcool alegam que o grande vilão do aumento do valor do combustível foram as fortes chuvas que caíram desde agosto no Paraná, em São Paulo e no Triângulo Mineiro.


“Os produtores não conseguiram colher e transportar a produção. Mais de 50 milhões de toneladas de cana ficaram nos campos, o que daria para produzir 1,8 bilhão de litros de álcool e 2 milhões de toneladas de açúcar”, explica o presidente dos sindicatos dos produtores de açúcar e álcool, Luiz Custódio Cotta Martins.


As exportações de açúcar também estão maiores desde o ano passado, principalmente para a Índia, onde a produção de cana foi prejudicada por problemas climáticos.


Apesar do aumento da procura pela gasolina, em decorrência do maior preço do álcool, o presidente do Minaspetro não acredita na possibilidade de haver falta do produto.
No álcool também não existe previsão de desabastecimento.


“O consumo, em Belo Horizonte e em todo o Estado, está estável há mais de dois anos.
Quando cresce, acompanha o crescimento da economia.
Na verdade, o que temos hoje é uma oferta acima da demanda, uma vez que existe um número de postos superior ao que seria necessário para abastecer o mercado”,a valia Sérgio de Mattos.



Aumento de combustíveis em Belo Horizonte


O aumento do etanol no Brasil vem provocando um reajuste generalizado de preços nos postos de combustíveis de BH, tanto no litro da gasolina quanto no litro do álcool.
Na região metropolitana de Belo Horizonte, uma pesquisa do site Mercado Mineiro em muitos estabelecimentos mostra que a diferença entre os preços do litro da gasolina chega a mais de 25%, variando de R$ 2,230 a R$ 2,799.
Já o litro do álcool teve aumento médio de 9,93%.


Segundo o diretor-executivo do Mercado Mineiro, Feliciano Lopes Abreu, a variação de preços revela um movimento de reajuste em cadeia, provocado pelo valorização do álcool nos mercados interno e externo.


“No caso da gasolina, o normal é que exista uma diferença de preços de até 15% entre os postos.
Uma variação de mais de 25% já indica que os comerciantes que adquirem estoques novos já estão colocando preços maiores, enquanto aqueles que ainda estão com estoques antigos mantêm os preços defasados”, explica.


A região em que se encontra o litro mais barato do combustível é Contagem, onde o preço médio sai por R$ 2,351. Já na Região Centro-Sul de BH, a gasolina tem o preço médio mais caro, a R$ 2,506 o litro.


“É uma reação em cadeia ao aumento do etanol, que deixou há muito tempo de ser atrativo.
Os motoristas estão buscando mais a gasolina, puxando o preço para cima”, explica.


Campanha de Popularização do Teatro: Banheiro Feminino


Aproveite a Campanha de Popularização do Teatro e da Dança em Belo Horizonte.
Ir ao “Banheiro Feminino” pode ser mais divertido do que se pensa. Principalmente se for ao de uma casa de shows de periferia em dia de apresentação de Elimar Santos, um dos cantores mais bregas do Brasil.
Aí pode acontecer de tudo: retoques de maquiagem, conversas, fofocas, brigas, confidências e até mesmo o uso do próprio para os seus fins específicos.


As diversas mulheres que frequentam esta casa fazem do “Banheiro Feminino” a sua sala de estar e é ali que acontecem as situações mais inusitadas e engraçadas.

Por que as mulheres nunca vão sozinhas ao banheiro?
Esta é a grande questão que aflige a maioria dos homens e que tentamos responder com bom humor e ironia. “Banheiro Feminino” é na verdade uma comédia da vida na privada. Simplesmente hilariante.


A peça, que estreou em 2004, no Teatro da Cidade, dentro do projeto Segunda e Terça com Riso, e desde então não saiu mais de cena, tem direção de Pedro Paulo Cava e texto da autora mineira Regiana Antonini.
Em cena, as atrizes Janaina Starling, Selmma Franco, Marcelle Azzi, Ana Gusmão, Clébia Vargas, Fernanda Aguilar, Dani Cabral, Márcia Moreira e Eunice Bráulio se revezam em situações inusitadas.



Informações:

36ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança


Quando?
11/01/2010 à 03/03/2010


Mais informações?
teatrodacidade@gmail.com



Leia mais sobre a 36ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança




IPVA mais barato em Minas Gerais


Os proprietários de veículos têm o que comemorar, ao menos em sua grande maioria.
O valor cobrado pelo IPVA, Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores, diminuiu para o ano de 2010.

 

 A média do desconto é de 13,57% em comparação ao imposto de 2009. Essa queda foi motivada pela desvalorização registrada entre os veículos usados.
A partir de amanhã, dia 01 de dezembro, o imposto já poderá ser pago em qualquer uma agência dos bancos credenciados – Banco do Brasil, Bancoob, Bradesco, HSBC, Itaú-Unibanco e Mercantil).

 

O pagamento não precisa ser no caixa e pode ser efetuado em terminais de auto atendimento ou, até mesmo, pelos sites dos bancos.

 

A taxa de licenciamento também caiu ligeiramente, de R$ 57,99, R$ 56,97.
O período de vencimento do IPVA 2010 começa no dia 18 de janeiro e vai até 31 de março, variando de acordo com o final da placa.
Para o pagamento antecipado, realizado entre 18 e 29 de janeiro, há um desconto de 3%.
Mas há a opção de parcelamento em até três vezes, com pagamentos nos meses de janeiro, fevereiro e março, sem direito ao desconto.

 


IPVA mais barato para os mineiros


A tabela com as datas de vencimento será divulgada na próxima segunda-feira (30) pela Secretaria de Estado da Fazenda

O Imposto Sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) dos carros emplacados em Minas será mais barato em 2010.
A tabela com as datas de vencimento será divulgada na próxima segunda-feira (30) pela Secretaria de Estado da Fazenda.

 

No ano que vem o prazo para o pagamento do IPVA para caminhões será o mesmo para os demais veículos.
Neste ano o prazo foi prorrogado por três meses por causa da crise.
A Taxa de Licenciamento vencerá no dia 31 de março, mesma data deste ano.

 


Curiosidade, tome banho no aeroporto de Confins


Discutir se R$ 35 reais por um banho é caro, ou não, sei lá, não acho que seja o caso.
A primeira vista soa até absurdo o valor, eu mesmo ironizei-o em meu último post.
O caso é que, se formos nos aprofundar mais nisso, serei obrigado a dizer agora que o banho que acabei de tomar e o bem que ele me fez simplesmente não têm preço.
Vamos aos fatos:

 

- banheiro bem espaço, limpo e bem iluminado.
- pia, chuveiro com boxe, vaso sanitário, armário e cadeira
- kit com toalha, xampu, condicionador, sabonete, creme hidratante, toca para cabelo, escova e pasta de dente
- água abundante, quente, fria, como o cliente preferir.

 

No Galeão, no Rio, o mesmo banho me custou 20 reais. Bem, não foi o mesmo banho.
Digo que esses 15 contos a mais valeram à pena.
Nada que desmereça o serviço do chuveiro do Rio, é bom lembrar que dos cinco aeroportos que passei até agora somente esses dois têm esse serviço em seu interior, Confins me livrou de seis dias sem banho.
E nesse ponto, os aeroportos de BH e Rio estão de parabéns!

 

ps: O banho em Confins rola no Instituto de Beleza Vitalitá, que fica no piso térreo, junto à praça de alimentação.
O local fica aberto até às 22h.

 


Sobe o preço da cesta básica


Açúcar, batata e tomate foram os vilões da cesta básica em setembro e lideraram os aumentos de preços nas 17 capitais brasileiras pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Puxado pelo crescimento dos preços no mercado externo, o açúcar subiu em média 7,3% em setembro na comparação com agosto.
Em algumas das capitais, o produto chegou a picos superiores a 20%, como em Vitória (22,7%) e Belo Horizonte (20,3%). O açúcar subiu a taxas entre 10% e 16% no Rio, Porto Alegre, Florianópolis, São Paulo e Curitiba, mas caiu em Salvador (-9,7%), Goiânia (-2,4%) e Brasília (-0,5%).

 

O preço da batata aumentou 7,1% em média no mês passado nas 17 capitais. As altas chegaram a 24,7% no Rio, 23,2% em Porto Alegre e 14,5% em Florianópolis. Os recuos ocorreram em Goiânia (-16,1%) e Brasília (-8,4%).
A batata não compõe as cestas básicas das capitais das Regiões Norte e Nordeste do País.
O preço do tomate subiu em média 6,1% nas capitais pesquisadas, mas seu comportamento foi o que teve as maiores diferenças entre as cidades pesquisadas.

 

Em Florianópolis, Vitória e Brasília, o tomate subiu mais de 20%, e aumentou entre 11% e 19% em Belo Horizonte, Curitiba, Salvador, São Paulo e Rio. Houve queda expressiva nos preços do tomate em Natal (-32,8%), Recife (-23 2%), Florianópolis (-16,1%), Aracaju (-13,1%), Goiânia (-9,3%) e João Pessoa (-8,2%).

 

O custo do feijão, por sua vez, caiu em todas as 17 capitais pesquisadas, em média de 6,1%.
Os maiores recuos ocorreram no Recife (-12,8%), Salvador (-10,8%) e Rio (-9,9%). O leite também desacelerou em todas as capitais pesquisadas, em média 6,1%, com queda expressiva em Vitória (-13,5%), Goiânia (-12,6%), Belo Horizonte (-11,5%), Porto Alegre (-10,9%), Curitiba (-10,6%) e Rio (-10,5%).
O preço da banana aumentou em média 2,2% nas 17 capitais pesquisadas em setembro. O pão subiu 0,3% e o óleo, 0 2%. O custo do arroz teve recuo médio de 1,8% no mês passado.
A carne diminuiu em média 1,2%, o café, 0,6%, e a manteiga, 0,6%.

 

 

As diferenças dos preços cobrados nas capitais chegou a 213,5% no caso do tomate, com preços médios variando entre R$ 1,33 a R$ 4,17%.
As diferenças nos preços da banana (143,6%), batata (89 6%), açúcar (66,7%) e pão (62,4%) também foram elevadas entre as cidades pesquisadas. Óleos (36,4%), carne (40,3%) e manteiga (47 4%) apresentaram menores variações de preços entre as capitais.


Governo quer manter IPI reduzido


A redução da alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para eletrodomésticos, material de construção e bens de capital pode ter o prazo prolongado, segundo fontes do governo.
Como o impacto fiscal dessas medidas é bem menor do que a queda do IPI para automóveis, cujas alíquotas começaram a ser majoradas esta semana, a equipe econômica avalia se valeria a pena manter esse inventivo.
O problema, mais uma vez, é o espaço fiscal bastante limitado com que trabalha o governo.

 

Apesar da defesa enfática da política fiscal expansionista posta em prática nos últimos meses, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, falam em conseguir um superávit de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), sem usar os abatimentos previstos.
Nesse esforço, qualquer economia fará diferença.

 

Por outro lado, existe a disposição de estimular ao máximo a economia, e é isso que está sendo pesado.
Segundo uma fonte, diante desse dilema, os incentivos à construção civil e ao investimento têm mais chances de permanecer do que os da linha branca, que são itens de consumo.
A avaliação é que, com a política monetária flexível adotada ao longo do ano, cujo efeito pleno está chegando agora, no fim do ano, o consumo já terá um impulso significativo, o que pode dispensar a renovação do IPI linha branca.

 

Impulso para a economia

 

A alíquota reduzida para fogão, refrigeradores, tanquinhos e máquinas de lavar termina no dia 31 deste mês. Há dentro do governo quem defenda a prorrogação pelo menos até o fim do ano, quando se encerram os incentivos para os demais setores.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, tem destacado a importância do incentivo fiscal para manter as vendas aquecidas.

 

Em recente entrevista, Jorge defendeu a manutenção da redução do IPI para linha branca e materiais de construção.
Ele argumenta que é preciso baixar o custo das obras do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, que recebe subsídios do Tesouro para as moradias destinadas à população de baixa renda.
O raciocínio é que elevar os impostos de um produto em que o governo tem participação tributária importante é ampliar o custo até para o Tesouro.

 

A Associação da Indústria de Material de Construção (Abramat) e a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) também têm trabalhado para convencer o governo a ampliar os prazos, mantendo a desoneração pelo menos em parte de 2010.
O argumento é que o ciclo de uma obra pode chegar a dois ou três anos.
Uma fonte do governo afirma que a prorrogação para cada setor será “discutida no tempo certo”, ou seja, mais perto de quando o prazo das desonerações estiver se encerrando.

 

Nas contas da Receita Federal, a redução de IPI para material de construção até 31 de dezembro custará aos cofres públicos R$ 952 milhões e, para bens de capital, R$ 345 milhões.
A renúncia fiscal para linha branca, prevista para acabar em 31 de outubro, será de R$ 380 milhões.

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