
Nasi e Marcelo Nova juntos na Festa Supra Sumo no Music Hall
O Music Hall (Avenida do Contorno, 3239 – Santa Efigênia) será palco na sexta-feira, dia 5 de junho, de um encontro que vai entrar para a história da música brasileira. Nasi (ex-Ira!) e Marcelo Nova (Camisa de Vênus) são os convidados muito especiais que vão agitar a Festa Supra Sumo.
Pela primeira vez juntos em BH, os consagrados vocalistas de duas das bandas mais representativas do rock nacional prometem um show empolgante, repleto de sucessos que marcaram suas carreiras, além de várias releituras e surpresas para o público.
Antes e depois do show, o DJ Roy e o VJ Goulart agitam a maior pista de BH com um repertório de sucessos nacionais e internacionais que marcaram época. Além disso, um telão gigante exibe videoclipes e vinhetas exclusivas para relembrar o supra-sumo da música, em grande estilo.
Nasi
Após encerrar o ano que ficou marcado como o “ano da volta por cima” em sua carreira, Nasi continua na estrada com força total em 2009. Em 2008, foram mais de 70 shows em todo o Brasil.
Acompanhado do quarteto clássico – baixo, bateria, guitarra e teclado, Nasi traça um panorama geral de sua carreira a cada show e, porque não dizer também, do próprio rock nacional.
Em 18 anos de carreira, Nasi se tornou um dos nomes mais importantes do rock brasileiro.
Fundou, juntamente com Edgar Scandurra e Adilson Fajardo, a conceituada banda Ira!, que se tornou uma referência do rock paulistano. Gravaram três LPs e nove CDs, onde se encontram clássicos como Tarde Vazia, Vou Tentar, Núcleo Base, Envelheço na Cidade, Dias de Luta, Flores em Você.
Nesse meio tempo, ele também assume os vocais da banda Voluntários da Pátria, cultuada banda de art rock, grava um LP e permanece até o final de 1984.
Nasi também possui colaborações para outros artistas. Saindo do meio rock ‘n’ roll, em 1986 ele produziu o primeiro CD de hip hop do Brasil, “Cultura de Rua”. Também produziu dois CDs para a dupla Thaide e DJ Hum, “Pergunte a Quem Conhece” e “Hip Hop na Veia”.
Em 1991, funda o grupo Nasi e os Irmãos do Blues, que tocava em jam sessions no circuito noturno paulistano. São três os CDs da banda: “Uma Noite com Nasi e os Irmãos do Blues”, em 1994; “Os Brutos Também Amam”, em 1996 e “O Rei da Cocada Preta”, de 2000.
A banda participou de uma série de festivais de blues nacionais e internacionais, tocando ao lado de lendas do gênero como Pinetop Perkins, Mat “Guitar” Murphy, Roomfull of Blues, Magic Slim, John Hammond, Wilson Picket e outros.
Sem a grife Irmãos do Blues, Nasi lança em 2006 o aclamado “Onde os Anjos Não Ousam Pisar”. Este CD conta com uma série de colaborações e músicas de estilos variados, como baladas, rap, soul e, claro, rock.
Marcelo Nova
Quando se fala em rock no Brasil, o primeiro nome que vem em mente é o de Marcelo Nova. Você sabe por que?
Primeiro, porque Marcelo, criador do grupo Camisa de Vênus e parceiro de Raul Seixas, está na estrada há mais de 25 anos fazendo Rock’n‘Roll puro e visceral.
Marcelo Nova permanece fiel ao que acredita, conquistando a essa altura três gerações de “Fansnáticos” que o acompanham onde quer que ele se apresente.
Segundo, porque seu texto cada vez mais burilado com o passar dos tempos, estabelece um contraponto com sua musicalidade vigorosa, envolvente e original. Suas lendárias performances de até quatro horas de duração, não serão esquecidas por quem já teve a chance de testemunhá-las.
Seus grandes sucessos como: Só O Fim, Sílvia, Eu Não Matei Joana D’Arc, O Ponteiro Tá Subindo, Carpinteiro Do Universo, Pastor João e a Igreja Invisível, Simca Chambord, Noite e tantos outros, fazem parte deste show, que sem dúvida irá eletrizar a cidade.
Agora, com seu show “O Galope do Tempo” e acompanhado por sua banda, Marcelo Nova confirma tudo aquilo que faz com que seu nome seja o primeiro a ser lembrado quando se fala em rock no Brasil.
Local: Music Hall
Data:05/06/2009
Horário: 22 Horas
Ingressos: R$50,00 (inteira) – R$25,00 (meia)
Censura: 18 Anos
Ingressos:
Bilheterias do Music Hall, de segunda à sábado, das 12h às 20h. Quiosque Ponto Show no Shopping Cidade, Livraria Leitura BH Shopping e Loja 27C no Shopping 5a Avenida, pelo site www.ingressorapido.com.br, telefone 31 4003-1212
Projeto Querubins comemora 15 anos com show do Tianastácia
O Projeto Querubins completa 15 anos de atividades. Para comemorar este momento tão especial, o projeto realiza um show solidário que vai reunir alguns dos mais importantes nomes da música mineira: a banda Tianastácia; o cantor, compositor e multiinstrumentista Maurício Tizumba; o músico Paulinho Santos e o cantor Vander Lee.
Esta celebração acontece no Music Hall (Av do Contorno, 3239 – Santa Efigênia), na quinta feira, dia 4 de junho e contará com a apresentação de Tutti Maravilha.
Abertura da noite fica por conta da apresentação do grupo de Dança Afro do Querubins. Em seguida, é a vez da performance de Percussão dos Tambores do Querubins. Logo após, acontece uma apresentação da técnica circense de Tecidos, com integrantes do Grupo Querubins.
A atração musical da noite é o grupo mineiro Tianastácia, que durante o show recebe convidados muito especiais – Mauricio Tizumba, Paulinho Santos e Vander Lee. Para encerrar esta grande festa, o Tianastácia convidará três educandos percussionistas do Projeto Querubins para subir ao palco e executarem uma música da banda.
Sobre o Projeto Querubins:
A criança ou o adolescente do Querubins trabalha a importância da escola,a oportunidade de uma formação integral , além da cooperação com todo o processo em que está inserida.
O principal é aproveitar a chance de desenvolver suas potencialidades. Destacam-se as propostas que envolvem a melhoria da cultura, meio ambiente e capacitação profissional.
Atualmente são atendidas 250 crianças e adolescentes entre cinco e 18 anos. Integram as oficinas de educação complementar as atividades: apoio escolar, música, dança Afro-brasileira, Contemporânea, livre, Capoeira Angola, Percussão, Artes Visuais, Construção de Instrumentos, Horticultura Orgânica, Jardinagem.
A associação oferece cursos profissionalizantes de informática, administração e cozinha para jovens a partir de 15 anos e adultos.
O Querubins procura atender à oferta de mão-de-obra gerada na comunidade empregando seus moradores através das parcerias com comerciantes locais. No “grupo das Mães” é realizado um trabalho de geração de renda com a produção e venda de diversos produtos de higiene pessoal.
O espaço físico utilizado é cedido pela Mineração Lagoa Seca, onde foram construídas salas de dança, artes plásticas, apoio escolar, multimeios, um ginásio de esportes, sala de informática, biblioteca, uma cozinha-escola, horta orgânica entre outros.
Local: Music Hall
Data: 04/06/2009
Horário: 21 Horas
Ingressos: R$40,00 (inteira) – R$20,00 (meia)
Censura: 18 Anos
Ingressos:
Bilheterias do Music Hall, de segunda à sábado, das 12h às 20h. Quiosque Ponto Show no Shopping Cidade, Livraria Leitura BH Shopping e Loja 27C no Shopping 5a Avenida, pelo site www.ingressorapido.com.br, telefone 31 4003-1212
Buscando saúde a geração dos 40 anos embalam academias
Abdômen definido, braços e pernas musculosos, bumbum durinho. Desde Jane Fonda, atriz americana que foi ícone da “malhação” nos anos 80, tais características vinham sendo perseguidas a todo custo pelo público das academias. Em geral, jovens que faziam de tudo para manter sempre o “corpo sarado”.
A onda do fitness, ou seja, da boa forma, passou. Nos últimos dois anos, o culto à estética corporal deu espaço para a busca do bem-estar, o wellness. Mudança de conceito que tem garantido bom desempenho ao setor, mesmo após o pico da crise financeira.
No Brasil, o número de alunos e de empreendimentos de ginástica encontra-se em expansão. E há potencial para crescer mais, especialmente aqueles voltados para a classe C e maiores de 40 anos.
Entre 2007 a 2008, o total de academias passou de 7.350 para 12.682. Um salto de 72,5%, que põe o país na segunda colocação do ranking mundial. O número de alunos que fazem atividades indoor, no entanto, atinge apenas cerca de 2% dos brasileiros.
“É um universo muito pequeno. Existe uma série de possíveis clientes para serem atendidos. E quem se dedicar à baixa renda terá ainda mais sucesso. Porém tem que oferecer serviços agregados. Se ficar só na malhação, no ‘puxa ferro’, está fora do mercado”, garante o presidente do Instituto Fitness Brasil, Waldyr Soares.
Ele lembra que o perfil do público também mudou. Antes, 70% dos clientes tinham menos de 30 anos. Agora, 64% estão acima dos 40.
Todos com o objetivo de melhorar a qualidade de vida. São pessoas como o empresário Afonso Santana, de 64 anos, que faz musculação e esteira diariamente e, neste mês, começará o pilates.
“O sentimento é de aumentar a energia vital. Melhorar a saúde física e mental”, afirma. A aposentada Rita Tereza de Morais Falcão, que começou a se exercitar por indicação médica, concorda. “Não gostava, mas, hoje, não abro mão da academia”, comenta.
De olho nesses clientes, os empresários do setor já se movimentam. A rede paulista A!Body Tech, de Alexandre Accioly, adquiriu academias em diversos estados. Entre elas, a Fórmula. Agora prepara a mudança da marca, inclusive na unidade de Belo Horizonte.
Segundo a empresária Ana Gutierrez, à frente da empresa na capital, a cidade ainda receberá mais duas unidades da Body Tech. Uma delas está prevista para 2010. “Serão montadas dentro do conceito de wellness, que é a qualidade de vida.
É o que mantém o ritmo de crescimento do setor acelerado. A academia não é mais capricho, é questão de saúde”, argumenta. Em 2009, o grupo planeja investir R$ 54 milhões no Brasil. A meta é sair de 19 unidades para 85 até 2013.
Genuinamente mineira, a Alta Energia também vai crescer. Hoje com nove estabelecimentos em BH (um deles inaugurado em março), a empresa abre, neste mês, unidade no Mangabeiras. O investimento, de cerca de R$ 4 milhões, abrigará 2 mil alunos.
O diretor de marketing da rede, Luiz Fernando Monteiro, informa que outros dois empreendimentos devem ser lançados neste ano. Em 2010, a empresa parte para outros estados. “O foco é no mix diferenciado.
Além da musculação, é preciso ter inovações, a exemplo do pilates e das plataformas vibratórias, e agregar serviços de nutricionista e médicos ”, defende.
Outra alternativa para garantir espaço é atuar nos nichos de mercado, como fez a Curves. A maior franquia de academias do mundo é exclusiva para mulheres.
“Abordamos um segmento que não era atendido e já trabalhando na filosofia do wellness. O custo-benefício também é compensador”, comenta o diretor de Desenvolvimento, Marcelo Collares. Há dois anos em BH, a empresa já conta com 13 unidades na capital, e agora se expande para o interior.
Soares, do Fitness Brasil, acrescenta que grupos nacionais e estrangeiros vislumbram possibilidades em outra fatia da população: a classe C.
“Uma rede de academias alem chega em breve. A ideia é um estabelecimento simples, na periferia, mas muito profissional.
O tíquete médio é de R$ 49,90 por mês”, revela, mas mantém em segredo o nome da rede.
Belo-horizontino não conhece o ar que respira
O ar que o belo-horizontino respira pode ser muito pior que o apontado pelas medições realizadas com os equipamentos instalados na capital pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam).
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) fizeram estudos que contradizem os parâmetros utilizados pelos órgãos ambientais para a medição da qualidade do ar não só em BH, mas em todo o país.
A medição não consideraria as partículas mais finas dos poluentes que, segundo especialistas, são as mais prejudiciais à saúde e as que têm aumentado por causa da inovação tecnológica.
Um dos estudos mais recentes sobre a poluição na capital mineira foi divulgado pela USP, em parceria com a UFMG, no final do ano passado, e mostrou que a concentração de poluentes no ar de BH está muito acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera aceitável um nível de 10 miligramas por metro cúbico (mg/m3) de partículas de poluição. A capital registra o dobro do recomendado.
“Considerar novos padrões para medir a poluição no ar significa adotar medidas mais rigorosas para o controle da emissão de poluentes, o que vai demandar mais esforços do poder público”, enfatiza o engenheiro químico Gilberto Caldeira Bandeira de Mello.
O especialista, que também é professor do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFMG, explica que o padrão utilizado hoje (PM-10) considera apenas as partículas com 10 micrômetros de diâmetro (um micrômetro equivale à milésima parte de um milímetro), como apontam os padrões fixados pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), por meio da resolução número 3, de 1990.
Bandeira de Mello enfatiza que, nestes 20 anos em que o Conama normatizou a medição da qualidade do ar, muita coisa mudou. A modernização da tecnologia usada nas indústrias e nos componentes dos veículos automotores, os que mais emitem gás poluentes na atmosfera, fez com que as partículas lançadas no ar ficassem mais finas.
“Não quer dizer que os veículos estão emitindo mais poluentes ou poluentes diferentes, mas, sim, que a frota aumentou. A tecnologia desenvolvida faz com que emitam mais partículas menores do que maiores”, observa.
Segundo a Empresa de Transporte e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), o número de veículos na capital passou de 1,02 milhão em 2007 para 1,10, no ano passado, um aumento de 7,8%.
“O índice é preocupante, ainda mais quando se pensa na topografia da cidade e no número alto de ônibus e caminhões movidos a diesel.
Quando um veículo anda numa rua plana, emite X de diesel. Quando sobe uma ladeira, o índice do poluente emitido é mil vezes maior”, salienta o engenheiro químico.
Segundo o médico Antônio Leite Alves Radicchi, professor da Faculdade de Medicina da UFMG, as partículas maiores, quando aspiradas, ficam retidas no cílio nasal, o que não acontece com as de menor espessura.
“As mais finas entram nos alvéolos respiratórios com mais facilidade, alcançam o pulmão e afetam drasticamente a saúde da pessoa, acarretando doenças respiratórias”, afirma.
Bronquite, asma e alergias respiratórias são as enfermidades mais comuns, principalmente em crianças e idosos. “Belo Horizonte gasta, em média, U$ 150 milhões com pessoas doentes, vítimas de doenças associadas direta ou indiretamente à poluição”, informa o médico.
Aparelhos devem ser mudados
Especialistas defendem a mudança dos aparelhos PM-10 (em BH e na Região Metropolitana são nove pontos de monitoramento) para os PM-2,5, que medem partículas mais finas e são os preconizados pela OMS.
“Com esse equipamento, a qualidade do ar na capital deve passar de bom (atual classificação pela Feam) para regular a péssimo, pois vai mostrar as partículas que hoje não são consideradas”, alerta Radicchi.
O novo critério deve resultar em medidas mais rigorosas, que deverão ser adotadas pelas empresas e municípios para conter a emissão de poluentes.
“Não é possível ficar preso aos equipamentos que medem as partículas maiores de poeira, que estão diminuindo devido a modernização da tecnologia.
As mais finas são as mais prejudiciais e precisam ter uma atenção maior e melhor dos órgãos ambientais brasileiros. Os Estados Unidos, por exemplo, adotaram essa tecnologia em 1998”, afirma Bandeira de Mello.
Em Minas Gerais, a Feam instalou o PM-2,5 apenas em Contagem, na Região Metropolitana da capital. O equipamento funciona em caráter de estudo. No município, de acordo com o monitoramento da Feam, o ar tem se mostrado de bom a regular.
Segundo Elisete Gomides Dutra, gerente de Gestão da Qualidade do Ar da Feam, ainda não é possível mudar definitivamente a medição. “Isso, somente com a mudança do combustível, quando o diesel de menor teor de enxofre for adotado.
Além disso, temos que continuar conhecendo a metodologia”, explicou a gerente.
Contaminação por ozônio
é crítica
A qualidade do ar é ainda mais preocupante em Betim, também na Região Metropolitana de BH, onde, desde 2006, o ozônio passou a ser o maior poluidor. Para tentar amenizar os problemas, a Feam estuda um Plano de Contingência do Ozônio, que deverá ser implementado ainda neste ano no município.
O documento foi elaborado depois que o monitoramento do ar na região do Petrovale fez 30 registros de ar inadequado, de janeiro até 18 de maio deste ano. “Isso é inaceitável”, ressalta Elisete Dutra.
Técnicos da Feam devem começar a discutir o Plano de Contingência ainda nesta semana. A proposta, no entanto, não foi detalhada pela gerente. “Depois de discutirmos a proposta com a comunidade e as empresas, poderemos, por exemplo, determinar que certas empresas não funcionem no horário de formação do ozônio”, diz.
Elisete Dutra afirma que o ozônio se forma a partir da reunião de gases emitidos pela queima de combustível nos automóveis, com aumento da temperatura do ambiente e da irradiação dos raios solares.
Ou seja, para se formar, o gás precisa de mais trânsito, dias mais quentes e sem nuvens. “Até alguns anos atrás, o problema era bem menor, porque, geralmente, os dias mais quentes estavam nublados, o que reduzia a formação do gás.
Mas, a soma do aumento das áreas asfaltadas e do grande aumento da frota movida a diesel tem colaborado para a formação do gás”, ressalta.
Meu querido celular, paixão nacional
Artigo de luxo, mesmo quem tinha um, só usava em caso de muita necessidade ou exclusivamente para o trabalho. No entanto, atualmente, 19 anos após sua introdução no Brasil, não ter um celular é raro.
O aparelho ficou tão íntimo no cotidiano das pessoas que chega a ser praticamente uma extensão do corpo humano, sem exageros.
É isso mesmo, tem gente que acorda com o despertador do celular, o carrega para o banheiro, na mesa do café da manhã “ele” é figurinha indispensável ao lado da xícara para, então, ser jogado na bolsa ou colocado no bolso da calça.
No carro, ônibus ou metrô serve ainda para ouvir música, adiantar a leitura dos e-mail’s ou conferir as principais manchetes dos jornais. Como contato é sempre o número “dele” que é repassado, já que é mais fácil da pessoa ser localizada.
Serve ainda como um companheiro. Quem nunca chegou a um local onde não conhecia ninguém e, para não se sentir sozinho, ligou para um amigo do celular? Se você nunca fez isso ou não sente a menor falta “dele”, deve então se achar muito diferente da maioria fanática pelo aparelhinho.
E quem ainda acha exagero ter dois celulares, imagina uma pessoa que tem seis. Isto mesmo. Neste perfil se encaixa, por exemplo, a funcionária pública Maria Alves de Lourdes, 55 anos. “Não tem gente que tem 30 e tantos pares de sapatos? Pois eu gosto é de ter celular.
São seis aparelhos e nove chips. Se alguém quer me agradar é só me presentear com um celular. Durmo com todos eles ligados e os carrego dentro da bolsa.
Agora estou a procura de um que tem também rádio AM”, diz Maria.
Com naturalidade, ela conta que uma vez foi assaltada e, assim que desceu do ônibus, ao invés de ir atrás do ladrão correu até uma loja para comprar outro.
“Me tornei refém de celular. Ligo para amigos, uso para trabalhar. Não me imagino sem um aparelho móvel. E não tenho dó para gastar com crédito e cabeleireiro. São minhas duas únicas manias”, revela a funcionária pública.
Ela não liga muito no que diz respeito a novas tecnologias dos aparelhos. Só sabe mexer com Nokia. “Gosto de ter para ligar e receber ligações e agora tenho dois para tirar fotos. Isso para mim basta”, garante.
Tudo por uma tecnologia de ponta
Ao contrário de Maria, o dermatologista André Costa Cruz Piancastelli, 37 anos, compra celular sempre pensando na tecnologia que o aparelho oferece.
Ele tem apenas um, mas que vale por muitos. No seu smartphone M95 (com 8 GB) tem armazenados quatro livros de Medicina (são mais de 2 mil páginas) que lê sempre que precisa.
Usa o celular ainda para localizar ruas, para ouvir músicas, como planilha das aulas, para agendar compromissos e verificar as consultas marcadas. Além, é claro, para telefonar e receber ligações (tem 400 minutos disponíveis). “Resolvo quase tudo na minha vida por meio do celular”, conta o médico.
O professor universitário e designer gráfico Hely Júnior, 30 anos, vai ainda mais longe: “O celular é um apêndice, uma extensão do meu corpo. Não consigo me imaginar sem ele”, diz. Desde o primeiro aparelho que comprou (em 2000) ele sempre buscou o mais moderno.
De acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o país contava com 667 aparelhos em 1990, número que passou para 6.700 unidades no ano seguinte, ultrapassou os 30 mil em 1992 e chegou a 47.865.593 telefones celulares em fevereiro de 2004.
De acordo com o último balanço da agência, em março passado, o Brasil já havia superado os 153 milhões de acesso móveis.
Na avaliação do gerente Consumer da TIM em Minas Gerais, Jorge Monteiro, o telefone celular virou uma paixão nacional. “As pessoas conhecem modelos de celular como de carro. Escolhem pelo designer ou pela tecnologia que oferece.
O celular hoje é como no mundo da moda, que tem que estar sempre apresentando novidades e evoluções”, finaliza Monteiro.
Dia dos Namorados, os geeks também amam
O título acima é só pra lembrar que se seu namorado ou namorada é do tipo que curte novidades tecnológicas, objetos de desejo, verdadeiros gadgets, na mais ampla acepção do termo, ele vai gostar de receber no dia 12, algo prático, que facilite a vida e seja cheio de design.
Tudo para fugir da velha dupla flores e chocolates (que também são bem-vindos, mas não custa inovar), e investir em um tipo de presente que ajude na comunicação do casal, por exemplo, mergulhando na vida online.
Para “nerdear” um pouco, elencamos produtos para bolsos de todos os tamanhos e também do tamanho do seu amor hi-tech. É clichê, sim, mas os geeks também amam.
Leitor USB micro SD + cartão micro SD de 2GB
Da Kingston, permite mover fotos, videoclipes, músicas e outros arquivos do celular para o computador, sem usar cabos.
O leitor USB possui um slot de expansão de memória que aceita o cartão microSD.
Com isso, a transferência de dados do celular para o computador, ou vice-versa, é feita apenas com o simples comando de arrastar e soltar os arquivos. Disponível nas cores preta e vermelha, tem preço sugerido de R$49,50.
DataTraveler
Modelo HyperX, também da Kingston, tem alto desempenho e rapidez para gravação (30MB/s) e leitura (20MB/s) de dados. Chama a atenção pelo design retrátil, pela cor metálica e pelo acabamento emborrachado.
Com garantia de cinco anos, está disponível em 8GB (R$387,00), 16GB (R$609,00) e 32GB (R$1.039,00).
Netbook
Um bom modelo para quem curte design aliado à tecnologia é a HP Mini 1190BR, edição Especial Vivienne Tam.
É um netbook para a namorada geek. Tem design de Vivienne Tam, acompanha o já amplamente usado processador Atom N270, tela Brightview de 10.1″ e disco rígido de 80GB. Para conectividade, conta com Bluetooth, 802.11b/g, rede 10/100 e duas portas USB 2.0. Ainda assim, pesa 1.08kg e custa R$ 2999,00.
Jogo
Aposte em presenteá-lo/la com oThe Sims 3 (Windows/Mac), com preço sugerido de R$ 99,00, que não errará.
A nova versão do jogo que conquistou fãs mundo afora torna-se mais “autogerenciável”.
Você começa a controlar o destino de seus Sims, principalmente por suas decisões e seu comportamento.
Define-se, ao criar o personagem, qual será sua personalidade. Agora, eles sonham e têm desejos. A nova versão, claro, tem uma interface ainda mais amigável para customizar seu fenótipo.
Impressora
Sugere-se, também, que o geek compre uma impressora móvel. A HP também disponibiliza a H470, de R$1.699,00.
Com alimentador retrátil para “apenas” 50 folhas e porta de saída dobrável, torna-se bem compacta para o geek que precisa imprimir fora de casa.
Ou mesmo em casa, pois opcionalmente aceita rede sem fio (802.11) e Bluetooth com adaptadores conectáveis à porta USB.
Da mesma série, os outros modelos H470b e H470wbt acompanham bateria para a impressora não precisar de tomada. Consome de 0.4W a até 40W (24W típico).
Celulares e smartphones
O aparelho Samsung SGH-i900 Omnia é bom para a multimídia em geral, acompanha câmera de 5MP, grava vídeos com flash, fino (12.5mm), com preço médio de R$2.300,00. Tem tela de 3.2″.
Há ainda o modelo Sony Ericsson Xperia X1, com preço médio de R$ 2.200,00: também acompanha teclado QWERTY, destinado a quem quer a vida móvel inteira no celular; também reconhece escrita, conecta-se a redes Wi-Fi.
O LG KB775 Scarlet destaca-se por ser a televisão portátil e tem preço de R$1.299,00. Os três têm tela sensível ao toque.
GPS
Da TomTom XL, com preço de R$1.199,00, tem uma tela widescreen sensível ao toque de 4.3″ e um suporte dobrável, ambos recursos para que ele possa ser levado no bolso de uma camisa. Oferece recurso para alteração de mapas.
Usando o software que acompanha o aparelho, pode-se por exemplo compartilhar alterações e pontos de interesse com outros usuários, atualizar o mapa e até personalizar as vozes para o sistema de navegação.
Mochila
Da Belkin, possui compartimentos para guardar, além do notebook, canetas, cadernos, livros, cartões de visita, fontes de alimentação e outros acessórios.
O bolso removível é separado e as alças e a parte traseira da mochila têm forro extra em tecido para dar mais apoio e conforto às costas.
Tem anel de metal para fone de ouvido que permite o acesso ao MP3 player, ao mesmo tempo em que o mantém protegido e guardado em um bolso seguro.
Disponível nas cores preto/vermelho, cinza/verde, preto/cinza, cinza/azul, cinza/rosa, marrom/azul, cinza/rosa. Preço sugerido: R$199,00.
Fotopresente
Invista em peças exclusivas e personalizadas, que você faz com suas fotos preferidas para agradar o geek de estimação.
Sugerimos a foto do amado/amada em uma caneca, ou, ainda, quem sabe a logomarca do Linux, para os geeks até a raiz?
A caneca da Digipix é em cerâmica branca, com impressão colorida, tem 9,5cm de altura, 8cm de diâmetro e o tamanho da imagem é 22,6 x 9cm. O preço sugerido é de R$24,90.
Audioguia Barcelona
Para viajar sem sair de casa, aponta as principais atrações do Bairro Gótico, a famosa La Rambla, a arquitetura gótica catalã da basílica Santa Maria Del Mar, a Sagrada Família – cartão postal de Barcelona -, e a Fundação Juan Miró são alguns dos destaques deste audioguia.
Disponível em dois CDs, o guia de turismo falado descreve os principais pontos turísticos da Cidade Velha, além de contar, em português, detalhes da rica e histórica cultura da cidade. Preço sugerido: R$32,90.
Mouse e fones de ouvido
Na Armarinhos Fernando, as opções mais que acessíveis e bonitas, para as geeks mais “cor de rosa”, são o mouse em formato de coracão (preço sob consulta), e fones de ouvido para MP3, MP4 e iPod a partir de R$3,90.
Grandes marcas ganhando espaço no mercado
As marcas talibãs, conhecidas popularmente por terem produtos mais baratos e de qualidade inferior, estão mais escassas na cozinha e no guarda-roupa das classes C, D e E.
A estabilidade econômica, o aumento da renda e do crédito permitiram que essas faixas da população consumam hoje artigos de marca internacional, no passado usado apenas pela elite social.
Depois de terem acesso ao frango, ao iogurte e aos eletrodomésticos, essas classes passaram a consumir Nike, Adidas, Reebok, Puma, Everlest, Dolce & Gabanna, Calvin Klein, Ralph Lauren e Diesel.
“O fenômeno das marcas talibãs, com centenas de produtos de baixo preço e baixa qualidade, acabou.
O consumidor de renda menor passou a exigir produtos de melhor qualidade e ficar mais exigente.
E ele geralmente é fiel às marcas mais conhecidas, pois o custo do erro é grande”, afirma Renato Meirelles, sócio-diretor do Data Popular, instituto que pesquisa os hábitos de consumo da baixa renda no país.
As marcas talibãs, explica ele, ganharam o nome por serem “bombásticas” e atirarem para todos os lados. “Hoje elas perderam mercado.”
Segundo levantamento do Data Popular, a elite escolhe a marca para se diferenciar da massa e costuma se concentrar no exclusivo. “Já as classes da base da pirâmide escolhem marcas conhecidas para fazer parte do grupo, da tribo”, observa Meirelles.
Para o instituto, as famílias com renda de até três salários mínimos (R$ 1.395) fazem parte da classe E, as com renda entre três e seis salários mínimos (R$ 1.395 e R$ 2.790), da classe D e a faixa da população com renda entre R$ 2.790 e R$ 4.650 são da classe C.
Essa última é definida pelo Data Popular como a verdadeira classe média brasileira.
Nas campanhas publicitárias para essa faixa da população, Meirelles afirma que a comunicação deve ser bem didática. “Se o consumidor não sabe falar se o nome da marca é Reebok ou Rebôque, ele não faz a propaganda boca a boca. É importante entender o recado da marca”, afirma.
O vendedor Rodrigo Barbosa faz parte da classe C e mora com a mãe no Bairro Betânia, Região Oeste de Belo Horizonte. No seu guarda-roupas 100% das peças são de marcas famosas.
“Eu só uso roupa de marca, tenho esse defeito”, brinca. Ao ser entrevistado, Barbosa usava tênis All Star Converse, calça Vide Bula, blusa Cavalera e óculos retrô, do brechó Brilhantina. Suas grifes prediletas são Cavalera e Colcci.
“Em lojas de departamento e outras regiões, como Barro Preto, só encontramos imitações e a qualidade e o corte são inferiores. E só compro produto original. Uma vez comprei um tênis pirata e uma semana depois estava todo descascado”, afirma.
Quando está bem vestido, o vendedor afirma que recebe tratamento diferenciado. “As pessoas falam que você está chique, te dão mais credibilidade”, diz.
Cristiana Oliveira e Tarcísio Júnior são amigos e moram em república no Bairro Ouro Preto.
Os dois trabalham com atendimento de call center e, pelo rendimento, fazem parte da classe D.
Eles compram roupas de dois em dois meses e confessam que a maior parte do salário é destinado ao guarda-roupa. As marcas preferidas são Colcci, Farm, Diesel, Calvin Klein, Puma e Everlast.
“A qualidade é melhor e dura mais tempo”, diz Cristiana. Ela costuma ser fiel às marcas. “Não vale a pena trocar o certo pelo duvidoso”, diz.
O público que circula pela 9º edição do Griffe Show, no Minascentro, em BH, reúne este ano desde moradores dos luxuosos condomínios ao redor da capital a consumidores populares.
“Observamos que a classe C compra o que é o mais básico da moda, não arrisca muito.
Eles esperam a confirmação de tendência. Quem arrisca é a classe A, que é formadora de opinião”, afirma Letizzia Bafile, organizadora do evento, um bazar de marcas famosas com descontos de até 75%.
Evento marca o Dia Mundial Sem Tabaco em BH
Neste domingo, é celebrado o Dia Mundial sem Tabaco, criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com o objetivo de sensibilizar as pessoas sobre os males causados pelo consumo de tabaco e seus derivados. No Brasil, o tabagismo mata cerca de 200 mil pessoas por ano, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca).
Com o intuito de alertar a população de Belo Horizonte para os números alarmantes de doenças causadas pelo fumo, a Sociedade Mineira de Cardiologia, com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), vai realizar uma série de atividades gratuitas, a partir das 14h de domingo, na Praça da Assembleia, no Bairro Santo Agostinho, na Região Centro-Sul da capital.
Neste ano, o evento usa o slogan “Juventude contra o Cigarro: Respire Música, não Fumaça”, que tem como público-alvo os jovens e adolescentes de BH. Os visitantes poderão participar de um festival de música e um estande com orientações médicas para quem deseja parar de fumar e ainda oficinas de Skate e Le Parkour, esporte urbano francês popularizado no país.
Segundo dados do Banco Mundial, cerca de 100 mil jovens começam a fumar por dia no mundo, sendo que 80% deles vivem em países em desenvolvimento. De acordo com o Inca, no Brasil, um terço da população adulta brasileira fuma: 11,2 milhões de mulheres e 16,7 milhões de homens.
O tabagismo causa mais de 100 tipos de enfermidade. Ele e é responsável por 85% das mortes por doença pulmonar, como enfisema e bronquite, 45% das mortes por doenças coronarianas, 30% das mortes por câncer e 25% das mortes por derrame cerebral.
A médica presidente da Sociedade Mineira de Cardiologia, Andréia Assis Loures Vale afirma que a campanha busca “evitar que mais jovens se tornem dependentes e venham a sofrer as terríveis consequências do uso do tabaco”.
Dia Mundial Sem Tabaco no Brasil
O dia 31 de maio – Dia Mundial sem Tabaco – criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é comemorado anualmente no Brasil, desde 1989, pelas 27 coordenações estaduais do Programa Nacional de Controle do Tabagismo e outros fatores de risco, que orientam seus respectivos municípios.
Cruzeiro contrata Fabinho, ex-Corinthians
O Cruzeiro anunciou neste sábado à noite a contratação do volante Fabinho, de 29 anos, que estava emprestado ao Corinthians e cujo vínculo federativo com o Toulouse da França se encerra neste domingo, dia 31 de maio. Segundo a diretoria, o reforço chega para ocupar a vaga deixada por Ramires, vendido ao Benfica por 7,5 milhões de euros.
Fabinho assinou contrato com o Cruzeiro por duas temporadas e vai se apresentar na próxima segunda-feira para fazer exames médicos na Toca da Raposa II.
O volante tinha os direitos presos ao Toulouse, da França, e estava emprestado ao Corinthians desde janeiro de 2008. Este ano, ele não teve chances com o técnico Mano Menezes e rescindiu o seu vínculo com o clube paulista em 16 de maio. O Fluminense era outro interessado.
Fabinho começou a carreira no São Caetano, em 2000, e se transferiu para o Corinthians no ano seguinte, onde permaneceu até 2004. Sua primeira passagem pelo exterior foi em 2005, quando defendeu o Cerezo Osaka do Japão. O volante voltou ao Brasil em 2006 para jogar no Santos. Fabinho ainda atuou no Toulouse da França de junho de 2006 a dezembro de 2007.
O novo reforço do Cruzeiro tem sete títulos na carreira: quatro Campeonatos Paulistas (2001, 2003, 2006 e 2009) , um Torneio Rio-São Paulo (2002), uma Copa do Brasil (2002) e um Campeonato Brasileiro da Série B (2008). (
Campeonato Brasileiro, Galo empata sem gols com o Santo André
O Atlético não conseguiu marcar gols e empatou em 0 a 0 com o Santo André no Mineirão, em partida válida pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. O Galo insistiu o tempo todo, mas não conseguiu abrir o placar.
Com o empate, o Galo soma oito pontos e fica provisóriamente em segundo. O Santo André tem cinco pontos e é o oitavo. Na próxima rodada, o Atlético receberá o Atlético Paranaense no Mineirão. O Santo André enfrentará o Santos.
Pressão
O jogo começou morno, com o Galo pressionando um pouco, enquanto o Santo André tentou apenas o contra-ataque, de forma lenta. Com a fragilidade visível do adversário, o Atlético partiu para cima, atacando e pressionando bastante.
Enquanto a maior das jogadas apareceram com Éder Luís do lado direito, os lances realmente perigosos vieram de cruzamentos de Thiago Feltri pela esquerda.
O Galo conseguiu chegar perto do gol no primeiro tempo, mas falta um pouco mais de sangue-frio para marcar e decidir a partida.
Quase lá
A partida recomeça bem para o Galo. Logo no começo do segundo tempo, Tiago Feltri leva um carrinho de Marcelinho Carioca, que é expulso. A vantagem numérica faz com que a equipe atleticana pressione por toda a etapa complementar, enquanto o Santo André fica na retranca e arrisca poucos contra-ataques, dando a chance de Aranha fazer algumas defesas.
Perto do fim, Alessandro entrou no lugar de Éder Luís no Galo – o titular estava tocando pouco, sempre tentando chegar em jogadas individuais.
Mas mesmo com a novidade, uma soma de azar, falta de habilidade e uma forte retranca do Santo André deixam a partida empatada sem gols.
Motivo: 4º rodada do Campeonato Brasileiro 2009
Data: 30/05/2009
Local: Estádio Mineirão
Árbitro: Cláudio Luciano Mercante Junior (PE) Auxiliares: Erich Bandeira (PE) e João Pedro Wanderlei da Silva (PE)
Cartões Amarelos: Marcel (Santo André/SP), Vinícius (Santo André/SP), Ricardo Conceição (Santo André/SP), Nunes (Santo André/SP), Welton Felipe (Atlético), Renan (Atlético), Jonílson (Atlético), Júnior (Atlético), Diego Tardelli (Atlético).
Cartões Vermelhos: Marcelinho Carioca (Santo André/SP).
Atlético: Leandro Almeida, Carlos Alberto (Evandro), Aranha, Welton Felipe, Thiago Feltri, Renan, Jonílson (Elder Granja), Márcio Araújo, Júnior, Éder Luis (Alessandro), Diego Tardelli.
Técnico: Celso Roth
Santo André/SP: Cicinho ( Ricardo Goulart), Marcel, Vinícius, Gustavo Nery, Fernando, Ricardo Conceição, Marcelinho Carioca, Pablo Escobar ( Júnior Dutra), Antônio Flávio (Dionísio), Nunes.
Técnico: Sérgio Guedes
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